Artigos para ‘Clipping’

Globo.com: Brasil leva quatro prêmios individuais, e Sheilla é MVP do Sul-Americano

A vitória sobre a Argentina por 3 sets a 0 deu ao Brasil seu 17º título do Sul-Americano, e a lista de melhores da competição veio para confirmar a soberania da seleção de José Roberto Guimarães no continente. Foram quatro prêmios individuais, incluindo o de MVP para Sheilla.

Mari ficou com o prêmio de melhor atacante da competição, enquanto Fabi foi considerada a melhor líbero. A central Fabiana completa a lista brasileira com o torféu de melhor bloqueadora.

Finalista da competição, a Argentina só teve um troféu individual. Lucia Gaida foi eleita a melhor jogadora de defesa da competição, disputada em Lima, no Peru. A seleção da casa teve duas representantes na lista: Elena Keldibekova (levantadora) e Vanessa Palacios (recepção).
Confira a lista das melhores jogadoras:

Maior pontuadora: Madelayne Montaño (COL)
Melhor atacante: Mariane Steinbrecher (BRA)
Melhor bloqueio: Fabiana Claudino (BRA)
Melhor saque: Lorena Zuleta (COL)
Melhor levantadora: Elena Keldibekova (PER)
Melhor recepção: Vanessa Palacios (PER)
Melhor líbero: Fabiana Oliveira (BRA)
Melhor defesa: Lucia Gaido (ARG)
MVP: Sheilla Castro (BRA)

Fonte: Globo.com

Globo.com: Em pouco mais de uma hora, Brasil vence a Coreia do Sul no Grand Prix

A seleção brasileira feminina venceu sua terceira partida no Grand Prix de vôlei e segue invicta na competição. O adversário na madrugada deste domingo foi a Coreia do Sul, que jogava em casa, na cidade de Busan. O Brasil fez 3 sets a 0 em apenas 1h16m de partida, com parciais de 25/17, 25/20 e 25/22. As brasileiras não tiveram muitas dificuldades com as coreanas, mas sofreram com altos e baixos durante o jogo, além de diversos erros da arbitragem, principalmente dos juízes de linha. Sheila, com 14 pontos e Thaísa, com 11, foram os grandes destaques da seleção.

No primeiro set, o Brasil não deu chances para a Coreia do Sul. Com um início arrasador, a seleção chegou a abrir 8 a 1 graças aos ótimos saques e erros de recepção do time da casa. Daí pra frente, o Brasil só administrou a grande vantagem e chegou à segunda parada técnica com 5 pontos de vantagem, vencendo por 16 a 11. A troca de pontos até o final do set só foi novamente quebrada com a entrada de Sassá no saque. Ela conseguiu três pontos seguidos e aumentou a vantagem brasileira para fechar o primeiro set em 25 a 17.

O equilíbrio marcou o início do segundo set. O placar se manteve igual até o 5 a 5, quando o Brasil abriu uma pequena vantagem de três pontos, vencendo 8 a 5 na primeira parada obrigatória. Mas a Coreia do Sul melhorou e chegou a assumir a dianteira no placar pela primeira vez quando fez 13 a 12. O Brasil sentiu muito a queda de produção de Sheila, que havia sido o destaque do time no primeiro set.

Após a segunda parada obrigatória, quando a Coreia vencia por 16 a 15, o Brasil teve um ponto a seu favor, assinalado pelo árbitro principal, mas no qual o segundo árbitro apontou para o time adversário. O técnico José Roberto Guimarães reclamou assiduamente e foi advertido pela arbitragem. O equilíbrio do set só foi quebrado quando a seleção abriu 20×19, no sexto erro de saque da Coreia do Sul no set. Daí pra frente só deu Brasil, que fez 2 a 0 no placar em um ataque de Sheila após grande rali.

O terceiro set também começou com muito equilíbrio, mas o que chamou mais a atenção foram os constantes erros da arbitragem. Os juízes de linha – normalmente estes árbitros são do país que recebe a competição, neste caso, da própria Coreia do Sul – erravam bolas claras, o que irritava as jogadoras e a comissão técnica brasileira. Com o jogo empatado em 5 a 5, Zé Roberto Guimarães voltou a reclamar e levou cartão amarelo, gerando um ponto para as adversárias. Antes da primeira parada técnica, novo erro e nova reclamação, mas dessa vez sem punição.

O Brasil chegou a abrir 15 a 9 com a cobertura e o bloqueio funcionando bem, com destaque para Thaísa, que marcou 3 de seus 11 pontos nesse fundamento. Mas aos poucos as coreanas se aproximaram, se aproveitando das grandes defesas de seus bloqueios que começaram a funcionar. A Coreia teve a chance de empatar quando o jogo estava 23 a 22 para o Brasil, mas outro bloqueio brasileiro, o nono na partida, garantiu o match point. Com um ataque de Sheila, maior pontuadora da seleção com 14 pontos, o Brasil fechou o set e o jogo.

Fonte: Globo.com

Globo.com: Voando em quadra, Brasil arrasa o Japão na estreia pelo Grand Prix

A seleção brasileira feminina estreou a mil por hora no Grand Prix 2011. Jogando nesta sexta-feira no Sajik Indoor Gymnasium, em Busan, Coreia do Sul, a equipe comandada pelo técnico José Roberto Guimarães passou facilmente pelo Japão, por 3 sets a 0 (parciais de 25/18, 25/16 e 25/21), em 1h15m, iniciando com pé direito sua caminhada na competição.

As meninas voltarão à quadra no sábado, desta vez medindo forças com a Alemanha. O sexteto germânico foi derrotado pelas sul-coreanas por 3 a 1 (25/19, 25/19, 20/25 e 25/20), também pelo Grupo C. Domingo, será a vez do Brasil encarar as anfitriãs.

Com um primeiro set avassalador, a Seleção se impôs no duelo desde os movimentos iniciais. Muito bem nas recepções, principalmente com Mari, e praticamente infalível nos ataques, o Brasil fechou a primeira parcial em 25/18 (25 minutos) após ataque de Sheilla.

A segunda parcial foi ainda mais tranquila para as brasileiras. Contando com desempenho de alto nível, o time do técnico Zé Roberto Guimarães encerrou os trabalhos em 24 minutos, fazendo 25/16.

Controlando a partida totalmente, a seleção tirou um pouco o pé no terceiro set, permitindo um crescimento das japonesas que igualaram em 16 a 16. A partir daí, no entanto, o time do Brasil retomou o rumo e matou o jogo com um ponto de Thaisa, vencendo a parcial em 25/21 (24 minutos).

A equipe brasileira da bela estreia na Coreia foi Dani Lins, Sheilla, Fabiana, Thaisa, Mari e Paula Pequeno, além da líbero Fabi. Sassá e Tandara entraram no decorrer.

Fonte: Globo.com

Globo.com: Após novo ponto de título, Juciely divide os méritos pelos bloqueios

Em abril, Juciely bloqueou o ataque do Osasco, e o Rio de Janeiro conquistou a Superliga. Neste sábado, contra a China, se transformou em paredão mais uma vez, e a seleção feminina garantiu a medalha de ouro nos Jogos Mundiais Militares. Acostumada a comer pelas beiradas, a mineira não é muito fã dos holofotes e faz questão de dividir os méritos com o grupo.

Ao comemorar mais um ponto de título na temporada, a central agradeceu à comissão técnica, que ajudou no processo de recuperação de uma lesão no abdômen, sofrida enquanto defendia a equipe principal do país na Copa Pan-Americana, no México.

– Independentemente de onde estamos, clube ou seleção, temos que fazer o melhor. Quando cheguei estava com contusão, mas queria ajudar de alguma forma. Queria dar o meu máximo, mostrar que estou à disposição. Fizeram de tudo para que eu me recuperasse o mais rápido possível e ficasse à disposição caso o grupo se precisasse. O grupo estava bem fazendo seu papel, e só em caso de necessidade eu entraria. Acabei entrando bem na final. Mas o mais importante era o conjunto, era a vitória do conjunto – disse a jogadora.

Enquanto ficava no banco durante o rodízio, Juciely conversou bastante com Natasha, eleita a melhor bloqueadora do torneio. A meio de rede afirma que a conversa com a colega de setor fez a diferença quando retornou para a partida.

– Quando estamos fora vemos o jogo melhor. Lá dentro, no calor do jogo, não conseguimos analisar friamente. Quando vamos para o banco, uma passa informação para a outra de forma que, quando voltamos, acertamos melhor o posicionamento para conseguir bloquear.

Fonte: Globo.com

Globo.com: Brasil vence com facilidade e começa bem na Copa Pan-Americana

Como era de se esperar, a seleção feminina teve uma estreia tranquila na Copa Pan-Americana, em Ciudad Juárez, no México. Nesta sexta-feira, em duelo pelo Grupo B, o Brasil venceu sem problemas Trinindad e Tobago por 3 sets a 0, parciais de 25/15, 25/12 e 25/18.

– Jogamos bem do começo ao fim como eu esperava. O time estava concentrado e nosso saque foi potente – analisou o técnico José Roberto Guimarães.

No dia de seu aniversário, Sheilla foi a segunda maior pontuadora da partida, com 12 pontos. Na sua frente, apenas a central Thaisa, que marcou 13.

O Brasil volta a jogar neste sábado, às 21h (de Brasília), contra a Costa Rica. Na primeira partida da competição, o próximo adversário das brasileiras foi derrotado com facilidade por Porto Rico: 3 sets a 0, parciais de 25/10, 25/13 e 25/21, em 1h09m de jogo.

Com Fernanda Garay no lugar de Mari, que pediu dispensa antes da competição, a equipe comandada por Zé Roberto encontrou facilidade desde o início da partida, apesar de alguns momentos de nervosismo. Aos poucos, porém, as brasileiras foram se acertando melhor em quadra e abrindo uma confortável vantagem até fazer 25/15.

O segundo set foi ainda mais tranquilo. Sobrando desde o início, o Brasil rapidamente abriu uma grande distância e fez 2 a 0, com 25/12. Apenas na terceira parcial Trinidad e Tobago conseguiu endurecer um pouco mais, dando trabalho às brasileiras até o primeiro tempo técnico. Depois, porém, a equipe brasileira voltou a dominar a partida e, sem problemas, ganhou por 25/18 para ganhar o jogo.

Fonte: Globo.com

Globo.com: Antes de estreia, Thaísa sofre com calor mexicano: “Literalmente no deserto”

Enquanto não entram em quadra para a estreia contra Trinidad e Tobago na Copa Pan-Americana, as jogadoras da seleção brasileira sofrem com o calor. No México desde a madrugada de terça-feira, Thaísa revela que as atletas sentiram a diferença de temperatura do inverno brasileiro para o verão mexicano e estão preocupadas com a hidratação. Mas nada que possa atrapalhar o desempenho da seleção no torneio.

– A sensação que temos é que estamos literalmente no deserto. Está muito, muito quente! Do quarto do hotel, quando olhamos para a piscina, a vontade que temos é de pular – brincou a central.

Com o grupo pronto para a primeira partida oficial com a equipe verde e amarela no ano, às 11h (de Brasília) de sexta-feira,  a atleta do Osasco lembra que a competição servirá para dar ritmo para competições mais importantes do calendário, realizadas no segundo semestre.

– Será ótimo para começarmos a entrosar a equipe e ganharmos um padrão de jogo. Vamos observar nossas falhas e ver o que precisamos evoluir. Sempre temos o que melhorar. A temporada é longa e vamos buscar o título da Copa do Mundo, que ainda nos falta.

Fonte: Globo.com

Foto: Divulgação

Globo.com: Carol Gattaz supera lesão e acredita em “novo recomeço”no Vôlei Futuro

Apesar da festa pelo título da última Superliga, Carol Gattaz guardava uma ponta de decepção. Com a temporada prejudicada por conta de uma lesão no pé esquerdo, a central pouco entrou em quadra durante a conquista do Rio de Janeiro. Uma proposta do Vôlei Futuro, no entanto, lhe devolveu o antigo otimismo. Recém-chegada a Araçatuba, a jogadora encara a oportunidade como um recomeço.

– É um novo recomeço. Minha carreira sempre foi feita de recomeços. O ciclo no Rio de Janeiro acabou. Foi um ciclo vitorioso, mas a lesão atrapalhou. Mas, já sem a lesão, estou ansiosa para trabalhar. E essa vontade que eu trago comigo fora de quadra vai fazer bem – disse a jogadora, durante a apresentação das equipes do Vôlei Futuro, nesta segunda-feira.

Carol acredita que, antes de acertar com o Vôlei Futuro, muitos ainda desconfiavam de que a central não estava totalmente recuperada da lesão. Ela garante, no entanto, que não atuou na reta final da Superliga por opção do técnico Bernardinho, já que a equipe do Rio de Janeiro vinha bem em quadra.

– Eu sinto isso (que muita gente não acreditava em sua recuperação). A maioria achava que eu ainda estava machucada. Mas eu estava bem. Não joguei mais porque o time já estava fechado e elas não precisavam de mim naquele momento. Mas deixei bem claro de que estava recuperada. Agora, quero mostrar para todo mundo que estou recuperada.

A jogadora afirmou estar animada com a possibilidade de recuperar as boas atuações em Araçatuba. Para Carol, a equipe montada poderá brigar por títulos na próxima temporada.

– O elenco não precisa de apresentações. Eu não conheço Araçatuba tão bem, apesar de ter nascido aqui perto (São José do Rio Preto), mas aos poucos vou me sentindo em casa. Eu estou muito animada. A equipe montada é muito forte. A comissão técnica é toda de seleção. Eu, no Brasil, nunca trabalhei com uma estrutura assim – afirmou.

Fonte: Globo.com

Foto: João Gabriel Rodrigues

Globo.com: Luzes, fumaça e música: com festa, Vôlei Futuro apresenta novas equipes

Primeiro, foram as meninas, recebidas no palco montado na quadra do ginásio Plácido Rocha com fumaça, luzes e hip hop ao fundo. Depois, o mesmo para a equipe masculina. Assim, com clima de festa, o Vôlei Futuro apresentou seus times para a temporada 2011/2012, nesta segunda-feira, em Araçatuba. Depois de bom ano, quando teve seus melhores resultados desde sua criação, o clube do interior de São Paulo voltou a investir em nomes de peso para o seu décimo aniversário.

Após perder Fabiana para o exterior, a equipe feminina foi a que mais se reforçou. Com títulos pela seleção, Walewska, Carol Gattaz, Fernanda Garay e Ana Tiemi são as principais contratações. Elas se juntam a Paula Pequeno e à americana Stacy Sykora, que sofreu um grave acidente no ano passado e volta ao clube no fim do ano, após os compromissos com a seleção dos EUA. O técnico também é novo: Paulo Coco, que veio do Pinheiros, assume o comando do time. Depois de passar sete anos no exterior, Walewska se diz animada por voltar ao Brasil e encontrar uma cidade tão envolvida com a equipe.

– Eu fui muito bem recebida. O primeiro encontro foi muito legal. Há oito anos, cheguei a jogar com algumas dessas jogadoras na equipe juvenil. Estou boquiaberta com toda essa estrutura. É a minha primeira vez no ginásio e já estou assim. Agora, tenho a certeza de que fiz a escolha certa. É uma cidade muito envolvida com o time.

Em relação à temporada passada, a equipe masculina foi a que sofreu perdas mais significativas. Leandro Vissotto e Lucão, ambos jogadores da seleção, deixaram Araçatuba ao fim da Superliga. Em contrapartida, chegaram Lorena, que estava na Itália; Vini, campeão da última Superliga pelo Sesi; Bob, ponteiro que também disputou o último Campeonato Italiano; Piá, que jogava no Japão; e o líbero Tiago, que disputou a última Superliga pelo Minas, como principais reforços. Destes, apenas Tiago e Piá estiveram na apresentação nesta segunda. O técnico Cezar Douglas segue à frente da equipe.

Remanescente da última temporada, Ricardinho acredita que, embora conte com menos nomes da seleção, a equipe será tão forte quanto a da última temporada, que terminou a Superliga na terceira colocação. Para o levantador, a vontade em quadra será a principal característica do grupo.

– Não gosto de comparar, ainda mais porque estamos nos apresentando hoje. Perdemos o Vissotto e o Lucão, que não pôde mostrar tudo o que esperávamos por conta da lesão. Mas a equipe se preocupou em tapar esses buracos, sabendo que ninguém é igual a ninguém. Talvez não tenhamos tantos jogadores selecionáveis, mas vai ser um time com a filosofia de Araçatuba, vai defender a cidade em quadra.

Marcela Constantino, diretora da equipe, se disse animada com as duas equipes montadas para a próxima temporada.

– Conversamos bastante para decidir a base que iríamos manter. Trouxemos reforços, conversamos com os técnicos. Acho que os times ficaram bem montados – afirmou.

Por conta de compromissos com a seleção e os Jogos Militares, as equipes precisarão esperar para contar com todos seus atletas. O time feminino é quem mais terá problemas: nove jogadoras, incluindo Paula Pequeno e Stacy Sykora, só chegarão no decorrer da temporada. Mesmo incompletos, os times, já começam a treinar em Araçatuba nesta semana.

Fonte: Globo.com

Foto: João Gabriel Rodrigues

Extra: Sheilla, a estrela do vôlei brasileiro, aparece glamourosa em ensaio

Você está acostumado a vê-la com o cabelo preso e de uniforme. Estrela da seleção brasileira de vôlei, a mineira Sheila não tem ambição de ser modelo, mas mostra (além da tatuagem quase nunca vista nas costas) que, entre um cortada e outra, também pode ser sensual. “Considero que sou uma mulher normal. Faço pé e mão toda semana. Não sou muito vaidosa”.

Para o ensaio, ela pintou as unhas com uma cor diferente da que costuma usar no dia a dia. A ideia era que o público visse a craque das quadras de uma forma diferente. “Quis radicalizar um pouco”, diz a jogadora, solteira, de 1,86m de altura e 64kg.

Confira a matéria completa clicando no link abaixo:

SHEILLA, A ESTRELA DO VÔLEI BRASILEIRO, APARECE GLAMOUROSA EM ENSAIO

Zé Roberto motivado com a chegada da seleção de novas

O técnico José Roberto Guimarães divulgou, nesta TERÇA-FEIRA (24.05), a lista de 10 jogadoras que formarão a seleção brasileira de novas. As atletas, que se apresentarão na próxima segunda-feira (30.05) no Aryzão, disputarão a Yeltsin Cup, entre os dias três e 11 de julho na Rússia. O comandante está motivado com a chegada de mais atletas em Saquarema.

Zé Roberto não descarta mesclar as duas seleções em competições futuras. “Vamos usar essa seleção de novas para conhecer e dar chances para essas atletas que se destacaram na última temporada. Essa competição na Rússia será importante para dar experiência para essas jogadoras que, no futuro, podem representar a seleção principal. Elas estarão sendo testadas, treinadas e observadas”, garante Zé Roberto.

Foram convocadas as levantadoras Ana Tiemi (Sollys/Osasco) e Claudinha (Usiminas/Minas); as opostos Tandara (Vôlei Futuro) e Priscila Daroit (BMG/Mackenzie); as ponteiras Ivna (Pinheiros/Mackenzie), Juliana Nogueira (Unilever) e Suelle (Unilever); as centrais Natália Martins (Pinheiros/Mackenzie), Natasha (Usiminas/Minas) e Andressa (Vôlei Futuro).

A primeira competição da seleção feminina adulta em 2011 será a Copa Pan-Americana entre os dias 29 de junho e nove de julho, no México. Em seguida, entre os dias 14 e 16 de julho, o Brasil jogará um torneio internacional amistoso em território nacional, ainda sem local definido.

A primeira grande competição será o Grand Prix. Maior vencedor da história da competição, com oito títulos, o Brasil tentará recuperar a hegemonia. No ano passado, as brasileiras ficaram com a medalha de prata. A disputa será entre cinco e 28 de agosto, na Ásia.

Em setembro, a seleção brasileira jogará o Campeonato Sul-Americano, no Peru, entre os dias 29 e dois de outubro. A competição valerá vaga para a Copa do Mundo.

Em seguida, será a vez de o Brasil buscar a medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos, entre os dias 15 e 20, em Guadalajara, no México.

A última competição do ano será a Copa do Mundo, prevista para ser disputada no Japão, entre quatro e oito de novembro. Nesta competição estarão em jogo as três primeiras vagas para os Jogos Olímpicos de Londres, em 2012.

Fonte: CBV

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