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Parabéns à Seleção Brasileira Feminina de Vôlei

A Seleção Brasileira Feminina de Vôlei é bicampeã olímpica!!! Este time deu uma lição de superação e mereceu o título pelo esforço e compromisso. Parabéns a todas as atletas que estiveram em Londres e também àquelas que participaram da preparação do grupo. Parabéns a toda a comissão técnica e também aos parentes das atletas, que dão todo o apoio e carinho nos momentos mais difíceis!

Brasil é Bicampeão Olímpico no vôlei feminino

Se houvesse nocaute no vôlei, a final olímpica de Londres teria durado apenas 21 minutos. Foi o tempo que as americanas gastaram para carimbar nas brasileiras um primeiro set avassalador, com incríveis 15 pontos de diferença. Mas a disputa não era de boxe e, além do mais, as meninas que vestiam amarelo neste sábado conhecem muito bem a receita para ficar de pé antes que a contagem chegue a dez. O contragolpe foi imediato na segunda parcial, e, dali para a frente, a torcida que lotou a Arena em Londres viu um Brasil gigante. Valente. Campeão. Bicampeão olímpico. A vitória na final por 3 a 1 (11/25, 25/17, 25/20, 25/17) mostra que os Estados Unidos não são imbatíveis. Que Hooker não é inalcançável. Que as meninas não têm medo de bicho-papão. E que José Roberto Guimarães é o único dos 200 milhões de brasileiros capaz de encher o peito e dizer que tem três ouros em Olimpíadas. Para um grupo tão acostumado a viradas heroicas, nada mais adequado do que festejar a conquista trocando o tradicional peixinho por cambalhotas em série no chão da quadra, diante de um ginásio lotado e eufórico.

Não é do feitio de Zé Roberto encher o peito para alardear qualquer feito pessoal. Ele prefere entrar na festa com as jogadoras na quadra, mergulhar no peixinho, extravasar no grito. Ajoelhou-se no chão, vibrou muito com cada atleta e, enfim, respirou aliviado após sua campanha mais dramática. Campeão em 1992 com os homens e em 2008 com as mulheres, Zé carregou este grupo na ponta dos dedos até o título em Londres. Ficou por um fio na primeira fase, de calculadora na mão, torcendo – ironia das ironias – por uma vitória das americanas na última rodada para sobreviver.

Sobreviveu e, mais que isso, cresceu. Derrubou a Rússia em jogo espetacular nas quartas, salvando seis match points no tie-break. Arrasou o Japão na semi, com um
3 a 0 sem ressalvas. E marcou para este sábado o reencontro com os EUA, quatro anos depois de batê-las em Pequim. Desta vez, o favoritismo estava do outro lado da rede, com todos os confrontos recentes pendendo para o lado americano. O primeiro set arrasador deixou a torcida com o estômago na boca. Mas a reação provou que, quatro anos depois, as brasileiras ainda são as melhores jogadoras de vôlei do planeta.

Nocaute no início

Nervosa, assim como a torcida, a seleção não conseguia se encontrar no início da decisão. Até fez 1/0 com uma largadinha de Sheilla, mas as americanas entraram com o pé na porta e jeitão de favoritas. Abriram 6/1 com o luxo de não precisar de nenhum ponto de Hooker. Zé Roberto parou o jogo, os ânimos se acalmaram um pouco, mas só um pouco. Se na primeira parada o placar era de 8/3, na segunda já era de 16/7. Tonto em quadra, o Brasil viu as rivais abrirem 22/8 e praticamente só conseguiam pontuar nos erros do outro lado da rede, como os dois em sequência que deixaram o placar em 22/10. Nada aconteceu além disso. Em apenas 21 minutos, fim de papo, com incríveis 25/11.

Quando pareciam mortas, as meninas de Zé Roberto renasceram do nada e abriram a segunda parcial vencendo por 3/0. Ainda viram as rivais empatando logo em seguida, mas conseguiram se manter à frente, até com certa folga. Quando Garay soltou o braço e fez 11/6, o técnico Hugh McCutcheon parou para conversar com suas atletas. Zé estava mais calmo, e o time também, a ponto de segurar a reação e abrir de novo para 18/12, em bom momento de Jaqueline. As nocauteadas da vez eram as americanas, que não acharam as bolas e viram o Brasil igualar o jogo com a autoridade de um 25/17.

“O campeão voltou”, gritava a torcida em altos decibéis numa arquibancada completamente tomada pelo amarelo, com pequenos focos de azul, vermelho e branco. O Brasil estava em casa, e motivado. Abriu o terceiro set vencendo por 6/2. Com autoridade, foi conduzindo bem a vantagem e segurou uma forte reação americana na metade da parcial. Na segunda parada, vencia por 16/13. Com Akinradewo virando todas, não foi fácil arrastar o set até o fim. Mas deu. Com Jaque, Garay e Sheilla largando o braço no ataque, veio o que ninguém imaginava após aquele primeiro set: 25/20 e uma virada na raça.

Na quarta parcial, nada de apagão. Concentrado, o time brasileiro sabia que do outro lado da rede não haveria entrega, mas manteve a cabeça no lugar para chegar à primeira parada técnica com 8/6. Com a capitã Fabiana crescendo, o que já estava bom ficou ótimo nos 16/10. Zé mandou à quadra Natália, outro símbolo de reação no grupo. Quase cortada por uma lesão na canela, ficou até o fim, entrou poucas vezes, mas é tão campeã quanto qualquer outra. Àquela altura, as americanas até ensaiavam uma reação, mas já não pareciam tão ameaçadoras. E o Brasil segurou até o fim, com a pancada de Garay que imortalizou o momento: 25/17, 3 a 1, ginásio histérico.

Festa dupla para as bicampeãs Sheilla, Fabiana, Fabi, Paula Pequeno, Thaisa e Jaqueline. Festa inédita para Dani Lins, Fernanda Garay, Fernandinha, Natália, Tandara, Adenízia. Festa mais do que merecida para Zé Roberto, ou apenas Zé. O único Zé tricampeão olímpico.

Foto: Divugação

Fonte: Globo.com

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Mariana Costa é eleita Miss Vôlei 2012

A jogadora da Usiminas/Minas, Mariana Costa, foi eleita pelos internautas do site, através do Facebook, a Miss Vôlei 2012. A iniciativa do Melhor do Vôlei, em parceria com Sovolei.com, movimentou as redes socias e mobilizou centenas de fãs, que queriam ver sua atleta preferida e que julgavam a mais bonita chegar o mais longe possível nesta competição fora das quadras.

De maneira quase unânime, Mari foi escolhida a representante da equipe mineira para entrar na competição. Ela disputou o título com as outras representantes escolhidas pelo internauta MDV: Paula Pequeno (Vôlei Futuro), Jordane (Macaé), Lia (BMG/São Bernardo), Vivian Pelegrino (São Caetano), Ellen Braga (Rio do Sul), Lara Nobre (Mackenzie/Cia. do Terno), Mari (Unilever), Kassiely (Pinheiros), Dani Lins (Sesi-SP), Ju Costa (Sollys/Nestlé) e Suelle (Praia Clube).

Mariana foi passando pelas fases superando as outras atletas em número de compartilhamento e de “curtir”: quem somasse os maiores números avançava. Até que, na final, enfrentou a levantadora Jordane na preferência do fã MDV e acabou levando a melhor.

Parabéns, Mari!

Fonte: www.melhordovolei.com.br

Vôlei Futuro vence Unilever e força terceira partida

O Vôlei Futuro não quis nem saber dos 11.500 torcedores que acordaram cedo na manhã deste sábado e lotaram o Maracanãzinho para bater o recorde de público da temporada 2011/12 da Superliga (masculina e feminina). A equipe de Araçatuba derrotou o Rio de Janeiro de virada, por 3 sets a 2 (parciais de 22/25, 25/22, 25/20, 22/25 e 15/7) e empatou as semifinais em 1 a 1. Agora, o terceiro e decisivo jogo da série acontece na próxima sexta-feira, às 21h (de Brasília), mais uma vez no Maracanãzinho.

Fonte: Globo.com

Sollys/Osasco vence Usiminas/MInas e vai à final da Superliga

Mesmo jogando na casa do adversário, em Belo Horizonte, o Osasco não deu chances ao Minas na noite desta sexta-feira e confirmou presença em sua 11ª final consecutiva da Superliga feminina. A equipe paulista não teve dificuldades para vencer o segundo jogo da semifinal, por 3 sets a 0 (parciais de 25/18, 25/18 e25/18), e fechar a série melhor de três jogos para chegar à decisão.

Sollys/Osasco supera o Usiminas/Minas pela semifinal

Os números e uma torcida vibrante jogaram a favor do Osasco no primeiro duelo pelas semifinais da Superliga feminina 2011/2012 contra o Minas, neste sábado. Para as visitantes, sobrava a missão heroica de superar o favoritismo de um time líder nas estatísticas em ataque, bloqueio e levantamento, e vice-líder em saque e recepção. Um difícil desafio até mesmo para quem tem do outro lado a maior pontuadora da competição, a cubana Herrera. Com direito a um placar arrasador no primeiro set, a equipe tetracampeã levou a melhor por 3 a 1, (25/7, 25/20, 19/25 e 25/18).

O Osasco já pode garantir a classificação para a decisão da Superliga 2011/2012 na próxima sexta-feira, no segundo duelo da série melhor de três contra o Minas. Desta vez, o confronto marcado para às 18h45m será na Arena de Belo Horizonte, em Minas.

Fonte: Globo.com
Foto: Globo.com

Sheilla é a melhor jogadora e Juciely o melhor saque da última rodada das quartas-de-final

A Superliga feminina de vôlei 11/12 teve a fase de quartas-de-final encerrada e, na última rodada, a oposto da Unilever (RJ), Sheilla, foi o grande destaque. A atacante foi a segunda no ataque, a segunda na defesa, a terceira melhor jogadora no bloqueio e foi eleita a melhor atleta da rodada em que o time carioca eliminou o Mackenzie/Cia do Terno (MG).

As centrais da Unilever também brilharam. Valeskinha foi a melhor jogadora no bloqueio e Juciely foi a que teve melhor desempenho no saque.

Outro time a garantir a classificação para as semifinais, a Usiminas/Minas (MG) teve quatro jogadoras entre os destaques da rodada. A ponteira cubana Herrera foi a maior pontuadora, com 27 acertos; a oposto cubana, Daymi Ramirez, a melhor no ataque; a levantadora Claudinha foi a mais eficiente entre as atletas da posição e Tássia foi a melhor na recepção e a melhor líbero.

Superado pela Usiminas/Minas, o Sesi-SP teve a levantadora Dani Lins na lista ao ser a melhor jogadora na defesa.

MELHOR JOGADORA: Sheilla (Unilever) – segunda no ataque, segunda na defesa e terceira melhor no bloqueio

MAIOR PONTUADORA: Herrera (Usiminas/Minas), com 27 pontos

MELHORES

Ataque: Daymi (Usiminas/Minas)
Bloqueio: Valeskinha (Unilever)
Saque: Juciely (Unilever)
Defesa: Dani Lins (Sesi-SP)
Levantamento: Claudinha (Usiminas/Minas)
Recepção: Tássia (Usiminas/Minas)
Líbero: Tássia (Usiminas/Minas)

Fonte: CBV
Foto: CBV/Divulgação

Minas bate o Sesi no tie-break e vai às semis

Minas e Sesi já haviam feito duas partidas equilibradas nas quartas de final da Superliga feminina. Na noite desta terça-feira, elas precisaram dos cinco sets para decidir quem ia para as semifinais. Mas a equipe da casa já havia vencido os seis tie-breaks que havia disputado na temporada e mostrou que é especialista na situação. Em duelo com belas jogadas, muita vibração e nervos a flor da pele, o Minas venceu por 3 sets a 2 (17/25, 25/17, 22/25, 26/24 e 15/13) em Belo Horizonte e passou para a próxima fase da competição nacional.

Com o término da partida, Herrera caiu em quadra chorando. Outras jogadoras também se entregaram às lágrimas. Fora de quadra, o técnico Jarbas Soares abraçava seus companheiros da comissão técnica. Do outro lado, a emoção era por causa da eliminação.

– Foi muito sofrido. A gente sabia que era assim, em um tie-break de 15/13. Foi muita garra, muita luta. Tínhamos sido melhores na fase classificatória e nós merecíamos isso aí, mas sabíamos que ia ser sofrido – afirmou o treinador.

A ponteira Mari, que era dúvida para a partida por causa de um problema no joelho esquerdo, era mais uma emocionada após o confronto.

– Eu estou com um problema no joelho, não consegui jogar o outro jogo e fiquei muito triste. Foi superação, acho que está todo mundo de parabéns. Todo mundo foi muito guerreira dentro de quadra, e agora é se preparar para a semifinal.
Na semifinal, o adversário será o Osasco, dono da melhor campanha da primeira fase e que não perde há 13 partidas. As datas das partidas ainda serão definidas.

Fonte: Globo.com
Foto: Divulgação/Orlando Bento

Unilever vence Mackenzie e está nas semifinais da Superliga

Depois de virar a série das quartas de final contra o Mackenzie e garantir uma vaga nas semifinais da Superliga feminina, o Rio de Janeiro já consegue usar a máxima de que “é nas derrotas que se aprende mais”. Para as comandadas de Bernardinho, o resultado ruim no primeiro jogo dos playoffs serviu para acordar o time, que venceu as duas partidas seguintes por 3 sets a 0.

– Foi benéfico. Já sabíamos que não estávamos bem, mas, mesmo desse jeito, conseguíamos vencer os jogos. Acho que a gente já vinha com a guarda baixa. O Mackenzie só mostrou o que já vínhamos fazendo. Estávamos mal taticamente, perdíamos a concentração. Depois do primeiro jogo, falamos “Ou a gente muda, ou a gente muda”. E nós mudamos – afirmou a central Valeskinha.

A ponteira Mari também acha que o Rio de Janeiro reencontrou sua maneira de jogar. Ela, que também voltou a jogar bem, acredita que as jogadoras haviam perdido o foco e a garra que haviam caracterizado a equipe.

Agora, o Rio de Janeiro terá pela frente o Vôlei Futuro, um dos três times que conseguiram o derrotar na fase classificatória. Apesar de curtir o bom momento, o time de Bernardinho acredita que ainda falta trabalho para conseguir uma vaga na final da competição.

– A gente sabe que ainda precisa melhorar, principalmente para encarar um time como o Vôlei Futuro. Quem não entrar 250.000 % pode acabar perdendo a temporada. Agora é 0 a 0. Partir para uma semifinal aguardada, e quem ganha é o público e a Superliga – destacou a líbero Fabi.

– O anormal estava sendo antes. A gente só votou ao nosso normal, ao nosso foco, nosso espírito de luta. O Rio de Janeiro sempre foi conhecido pela garra e agora voltamos a ter isso. Mas acho que a gente ainda tem que melhorar em tudo – disse.

Fonte: Globo.com

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