Globo.com: “Fico feliz de ter ajudado o time e inspirado algumas jogadoras também”

A cada dia nesta temporada Mari comemorou uma vitória. A primeira de muitas foi voltar a andar, depois de uma cirurgia no joelho direito. A segunda, foi saltar e a terceira, jogar. A campeã olímpica resistiu às dores e se dedicou em tempo integral para poder dar sua contribuição na campanha do Rio de Janeiro a Superliga. Fez isso dentro e fora de quadra, servindo como inspiração para suas companheiras. Suelle foi uma delas. Recebeu a difícil missão de substituir a experiente ponteira durante a fase de classificação e não decepcionou. Pode não ter jogado a final contra o Osasco, mas ganhou dois prêmios de uma só vez: o título que não tinha e o reconhecimento daquela em quem sempre se espelhou. Não conteve as lágrimas.

– Tive que me superar diariamente, depois de não poder ir ao Mundial por causa de uma lesão. Fico feliz não somente por ter ajudado o time, mas por ter inspirado algumas jogadoras também. Eu disse a Suelle que não chorasse. Que era o momento de estar feliz porque era seu primeiro título. Que durante boa parte da temporada ela foi a minha metade, e que fui a metade dela na final. É isso que faz esse grupo ser especial. Uma completa a outra, uma joga pela outra e isso reflete em quadra. É o nosso diferencial – elogiou Mari.

A cada dia nesta temporada Mari comemorou uma vitória. A primeira de muitas foi voltar a andar, depois de uma cirurgia no joelho direito. A segunda, foi saltar e a terceira, jogar. A campeã olímpica resistiu às dores e se dedicou em tempo integral para poder dar sua contribuição na campanha do Rio de Janeiro a Superliga. Fez isso dentro e fora de quadra, servindo como inspiração para suas companheiras. Suelle foi uma delas. Recebeu a difícil missão de substituir a experiente ponteira durante a fase de classificação e não decepcionou. Pode não ter jogado a final contra o Osasco, mas ganhou dois prêmios de uma só vez: o título que não tinha e o reconhecimento daquela em quem sempre se espelhou. Não conteve as lágrimas.

– Tive que me superar diariamente, depois de não poder ir ao Mundial por causa de uma lesão. Fico feliz não somente por ter ajudado o time, mas por ter inspirado algumas jogadoras também. Eu disse a Suelle que não chorasse. Que era o momento de estar feliz porque era seu primeiro título. Que durante boa parte da temporada ela foi a minha metade, e que fui a metade dela na final. É isso que faz esse grupo ser especial. Uma completa a outra, uma joga pela outra e isso reflete em quadra. É o nosso diferencial – elogiou Mari.

Fonte: Globo.com

Foto: Lucas Uebel / VIPCOMM