Unilever reúne torcedores de todo o Brasil no Mineirinho e de olho na TV

Para muitas pessoas de várias partes do Brasil, o programa deste sábado (30/4) é um só: torcer pela Unilever na final da Superliga Feminina de Vôlei, contra o Sollys/Osasco. O jogo será no Mineirinho, às 10 horas, e tem transmissão de TV (Globo, SporTV e Esporte Interativo). Mesmo assim, muitos apaixonados não medem esforços para ver seus ídolos de perto.

Torcer pela Unilever une pessoas, fortalece amizades e serve até como terapia, como afirma a ginecologista e obstetra Cláudia Antônio, de 40 anos, que vive em São José do Rio Pardo, interior de São Paulo, e vai assistir à final em Belo Horizonte . “Como a minha profissão é estressante, encontro nas viagens e nas amizades que faço, acompanhando o time, uma verdadeira válvula de escape. Ainda posso ter maior contato com meus ídolos e constatar que, além de talentosos, jogadoras e técnico são pessoas simples, humildes e nos recepcionam com carinho e atenção. E isso não tem preço!!!”

É fã do técnico Bernardinho e também da ex-levantadora Fernanda Venturini. “Com a chegada da Sheilla e da Mari, nossas meninas de ouro, as melhores do mundo, tenho ido a várias partidas. Este ano, já fui a oito jogos da equipe e não poderia ficar fora do mais importante.” Quando não consegue viajar, Cláudia acompanha a equipe pelas redes sociais. “Temos um grupo super-apaixonado e sempre discutimos os jogos e os campeonatos.”

Do Rio de Janeiro, um grupo de 15 pessoas estará no Mineirinho. Entre os mais entusiasmados está o carioca Marcos André Amado, que trabalha na área de turismo. Apaixonado por vôlei desde criança, Marcos sempre acompanhou, com seus pais, os times de vôlei do Rio, entre eles Vasco e Flamengo. “Quando a Unilever veio de Curitiba para o Rio, foi uma alegria e adotamos o time de imediato. Gosto de todas as jogadoras, mas a Carol Gattaz é meu xodó. Ela é sempre muito gentil, muito legal.”

A veterinária Joana de Mello Silvestre Santos, de 25 anos, do Rio de Janeiro, também vai ao Mineirinho. “Fui às últimas seis decisões. Não podia ficar fora desta!”, diz Joana, apaixonada por vôlei desde os 10 anos, assim como a irmã, Mariana. “Em 97, começamos a acompanhar os jogos pela TV. Então, acompanhamos a Unilever desde o início do time, em Curitiba. Como minha irmã sempre gostou da Fernanda Venturini e do Bernardinho, começamos a torcer pelo time, mesmo não sendo da nossa cidade”, conta Joana. A paixão definitiva nasceu na temporada 2000/2001. “Fomos a jogos e treinos e todos, do Bernardo às jogadoras, nos trataram sempre com muito carinho.Foi decisivo.”

Aos 22 anos, a estudante de Design Graziele Borguetto, de Montenegro, Rio Grande do Sul, viveu seu “fato trágico” por amor ao time. “Viajei 7 horas de ônibus para Santa Catarina para ver a equipe enfrentar o Pauta/São José e o Brusque. Acabei voltando para casa com um dente quebrado, resultado de uma bolada na boca, sem querer, é claro!”, relembra. “Todos da equipe ficaram preocupados e foram super-atenciosos para me ajudar naquela hora. Mas ver de perto, pela primeira vez, minhas jogadoras preferidas, como Sheilla, Mari, Carol Gattaz, Fabi, Régis e Valeskinha foi uma experiência única.”

Graziele não vai poder assistir à final no Mineirinho. “Vou ter de me contentar em ver pela TV”, lamenta. Mas assunto não vai faltar. A gaúcha participa de várias comunidades relacionadas ao time da Unilever e suas jogadoras. “Sempre compartilhamos fotos, imagens e experiências no Orkut, Facebook e fóruns.”

Ana Paula Carvalho Pereira, do atletismo – corre os 400 com barreiras e os 800 metros – conheceu os integrantes do time treinando na Urca, no Rio. “Por causa das minhas competições, eu não consigo viajar, mas sempre dou um jeito de assistir os jogos. E não perco um jogo quando elas estão no Rio, vou aos treinos. Sempre brinco com elas que a 17ª jogadora não pode faltar!”

Ana vai competir em São Paulo neste sábado. “Já estava morrendo de aflição, porque pensei que teria que correr uma prova de manhã, no mesmo horário da final, mas só vou competir à tarde. Vou torcer muito!” Ana ligou para a líbero Fabi para desejar boa sorte. “Só sei que vou ficar com o coração na mão. Tem a final da Unilever contra Osasco. À tarde, eu vou competir no Torneio FPA, em São Paulo. E no domingo o meu Flamengo vai jogar contra o Vasco!”

Janaína Martins, carioca de 32 anos, lembra que sua paixão pela Unilever é do tempo que a equipe jogava em Curitiba e tinha a italiana Francesca Piccinini. “A equipe veio para o Rio em 2004, e pude acompanhar mais de perto. Desde então, só perdi uns cinco jogos”, contabiliza. A admiração pela equipe também trouxe amizades. “Viajamos juntos para São Paulo muitas vezes, tirando as duas últimas temporadas, e nos aproximamos uns dos outros”, conta Janaína, garantindo que vai aonde o time estiver. “Meu amor pela Unilever é inevitável, vou torcer por ela sempre, em qualquer lugar.”

A Unilever tem a equipe hexacampeã da Superliga Feminina de Vôlei, a mais vencedora da história da competição, e o Programa Esporte Cidadão, que dissemina e fomenta valores de cidadania, bem-estar, cooperação e respeito por meio do esporte. Um pequeno gesto que, ao longo de 14 anos, transforma a vida de mais de 80 mil crianças e jovens.

Fonte: www.unilevervolei.com.br

Foto: Arquivo pessoal Graziele Borguetto

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