Carol Gattaz fala sobre sua recuperação

A fascite plantar é uma lesão, normalmente difícil de ser curada. No caso de uma jogadora, como eu, a dificuldade de regeneração aumenta bastante por causa da pressão constante e do impacto exercidos sobre a fáscia durante os treinamentos e jogos. O tratamento torna-se, então, ainda mais demorado.

As equipes médicas da Unilever, e também da seleção brasileira (venho sofrendo com esse problema faz um ano e meio), já tentaram diferentes recursos para eliminar a lesão, sem a necessidade de uma intervenção cirúrgica, que é a última medida a ser tomada.

Em dezembro, fiz aplicação de PRP (Plasma Rico em Plaquetas) com o doutor José Luiz Runco, médico da seleção brasileira de futebol. A dor melhorou durante certo tempo, mas não fiquei curada. Ou seja, o tratamento não atingiu o objetivo esperado, que era curar integralmente a lesão.

Agora,  estou usando uma palmilha de silicone, feita sob medida, com o propósito de tirar a pressão da fáscia e, dessa forma, permitir a recuperação definitiva da região lesionada. É mais uma tentativa, que, esperamos, seja eficaz para me livrar desse enorme incômodo, que me acompanha desde a última temporada.

Espero estar apta o mais rapidamente possível para ajudar a equipe nos momentos em que o time precisar. Sei que ainda estou sem ritmo de treino e de jogo e que preciso suar muito para chegar à forma ideal, mas vou batalhar muito pra conseguir!!!!

Obrigada pela torcida!

Um beijo a todos,

Carol Gattaz

Fonte: www.unilevervolei.com.br

Foto: Divulgação